Domingo, 22 de Maio de 2005

Come what may...

Uma das minhas músicas preferidas... Reflecte como eu gostaria de me sentir... vejam, leiam, analisem... poque é que não me sinto desta forma... quer dizer, sinto, mas tenho medo de o demostrar...

Never knew I could feel like this
Like I've never seen the sky before
Want to vanish inside your kiss
Everyday I love you more and more
Listen to my heart, can you hear it sings
Telling me to give you everything
Seasons may change winter to spring
But I love you until the end of time

Come what may, come what may
I will love you until my dying day

Suddenly the world seems such a perfect place
Suddenly it moves with such a perfect grace
Suddenly my life doesn't seem such a waste
It all revolves around you

And there's no mountain too high no river too wide
Sing out this song and I'll be there by your side
Storm clouds may gather and stars may collide
But I love you until the end of time

Come what may, come what may
I will love you until my dying day
Oh come what may, come what may
I will love you

Suddenly the world seems such a perfect place...

Come what may, come what may
I will love you until my dying day

retalhado por Jorge Durões às 17:18
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Deparar... Confrontar... Sofrer...

Este post nasceu de umas palavras que há cerca de dois dias coloquei em forma de testimonial no perfil HI5 de um amigo meu... Infelizmente, estas palavras continuam a ser presença viva na minha simples e fraca vida... é o caminho que eu escolhi, é a continuidade do despertar... De repente, despertamos e deparamo-nos com uma série de situações que se mostram adversas para nós. Tentamos confrontá-las, mas o resultado é sempre, e será sempre, o mesmo... o SOFRIMENTO. Tenho medo de despertar, de me deparar com certas e determinadas coisas, de as confrontar, porque sei que o caminho único e último onde chegarei é sempre o mesmo... um caminho onde os Sonhos se dissipam como Núvens e onde as Esperanças Firmes se tornam vãs e inglórias. Penso... é esse o meu grande problema... pensar... racionalizar... porquê?

Coloco agora o texto do testimonial de que vos tinha falado:

«Pois... diz que sim... pois é... é verdade... a modos que... prontos... Agora mais a sério, foste, para mim, uma agradável surpresa. Não te imaginava tão afável, carinhoso e compreensivo qdo pus os olhos em cima daquela coisa de que sabes que falo e de onde me meti ctg. O certo é que não me arrependo nada de me ter metido ctg, sério que não. Sabes o quão inseguro eu posso ser, as necessiades que tenho que me digam que não estou a ser demasiado isto ou aquilo. O que interessa é que, por ironia do destino, há coincidências... E já reparaste naquilo em que as nossas vidas se entrecrusam... na quantidade de coincidências que encontrámos que nos levaram a metermo-nos no vodka puro, somente com uma rodela de limão?? Como te disse, não quero influenciar em nada as tuas escolhas, mas como já passei pelo mesmo e é meu apanágio não ver nem deixar as pessoas de que eu gosto sofrerem, pensei que as minhas palavras, pobres, humildes, e desprovidas de qualquer segunda intenção, te pudessem ajudar no teu caminho. É verdade... continuo a preocupar-me mais com o caminho dos outros e a descurar o meu... não consigo ser feliz, admito-o... por mais esforços que faça, nunca consegui ser plenamente feliz... na verdade axo que nunca senti a força dessa palavra... só a consigo sentir qdo vejo os de quem gosto felizes... contudo, eu, eu nunca fui feliz»

É por isto que me questiono... será possivel EU ser feliz??

retalhado por Jorge Durões às 15:19
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2005

Despertar...

Ainda há algum tempo vos tinha dito que a minha vida tinha parado. Parou por completo. Mas ainda bem que isso aconteceu.

Devido a uma relação falhada, entrei num momento muito, mas mesmo muito mau. Não me conseguia reconhecer nas minhas próprias atitudes, na minha maneira de falar, no meu próprio reflexo no espelho. Uma semana depois foi-me dada a oportunidade de ser um dos gestores da AEFCSH/UNL desde o momento da queda da direcção até ao acto eleitoral (que tem lugar amanhã). Sou sincero... Não exitei e aceitei logo o convite. Não o recusei porque necessitava de algo que me preenchesse a cabeça, que não me obrigasse a pensar nos fundamentos e razões que fizeram com que uma relação, onde eu tinha depositado toda a minha esperança, desmoronasse por completo. Não exitei... Tive medo mas... ARRISQUEI.

Com o passar dos dias (a duração desta comissão é de, sensivelmente, dois meses), reparei que tinha deixado de viver a minha própria vida para poder garantir a estabilidade e sobrevivência desta Associação de Estudantes. Não me arrependo disso. O facto de eu ter deixado de viver, e vou ser muito sincero, aconteceu porque fui literalmente abandonado pelos meus colegas... abandonado por todos menos por um, que devido ao seu trabalho não podia ser presença fixa neste espaço. Como disse, não me arrependo. O facto de ter ficado sozinho deu-me ainda mais forças para avançar, para continuar a lutar contra os entraves com que me deparava sempre que tentava fazer algo para melhorar as condições deste espaço, para apoiar projectos, para garantir o funcionamento dos aparelhos electrónicos... enfim, para garantir que nenhum estudante pudesse sair lesado com a demissão massiça dos elementos da anterior direcção, que provocaram a queda desta.

Fiz o melhor que pude e soube, além de ser acusado, em plena campanha eleitoral, de estar a organizar uma festa para garantir votos. Os que me conhecem verdadeiramente sabem que eu tenho pautado a minha vida, quer pessoal quer profissional, nos caminhos da isenção, rigor, transparência e integridade. Sabem que eu, apesar de fazer parte de uma lista que se candidata aos órgãos desta instituição, sempre soube separar as águas, sempre tive consciência daquilo que fazia, nunca misturei gestão corrente da AE com campanhas eleitorais. NUNCA MISTUREI GESTÃO CORRENTE DA AE COM CAMPANHAS ELEITORAIS. Não sou daqueles que afirma uma coisa e depois faz outra. SOU ISENTO, NÃO SOU COMPRÁVEL NEM NEGOCIÁVEL. ACREDITO EM PROJECTOS, UM PROJECTO QUE EU AJUDEI A CONSTRUIR.

Porra, por uma vez na vida consciencializem-se que estamos numa AE para garantir que os direitos dos estudantes são cumpridos e não para andar a brincar aos joguinhos de poder. CHEGA, a AE que eu quero para mim não é assim. Uma AE não tem nem pode ser assim. BASTA de manipulaçõezinhas, BASTA de joguinhos internos, BASTA DE FALTA DE CLAREZA E DE TRANSPARÊNCIA... Acreditem que não é nada dificil sermos honestos connosco próprios e com os outros que nos rodeiam.

Acreditem que podemos sonhar tão alto quanto quisermos e pudermos. Podemos sonhar desta forma se estivermos realmente conscientes de que os projectos em que acreditamos são para pôr em prática, e não apenas porque parece bem ter aquela ou aqueloutra linha programática.

Sejam Sinceros como eu sempre fui e, ainda hoje, continuo a ser.

Kixies & Hugz

retalhado por Jorge Durões às 21:52
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Domingo, 1 de Maio de 2005

Estou e Estarei sempre aqui

Sim, eu sei, a minha vida às vezes é muito mais simples do que eu penso. Também tenho a noção que, por vezes, tenho o dom de complicar a minha própria vida, de cometer erros propositadamente graças a laivos de ingenuidade que me acercam, graças à minha boa vontade e ao meu espírito mais que altruista.

Contudo, eu sou assim... que posso fazer... se há alguém que está em baixo e me pede ajuda, não consigo dizer que não, mesmo que isso interfira com a minha vida naquele momento, mesmo que tenha de deixar outras actividades importantes por fazer, mesmo que tenha de deixar a minha vida em stand by para poder ajudar aqueles que me dirigem o seu pedido de ajuda. Sei dizer que, nessas alturas, páro de viver a minha vida, abro uma brecha temporal, estando só e apenas disponível para aquele ou aquela que de mim precisa, que do meu apoio precisa. A minha mãe, em tom de brincadeira, costuma dizer que eu ando a dar uma de conselheiro sentimental... mas será isso que eu quero para mim... Será que quero viver a minha vida desta forma, aconselhando o outros, vivendo para os outros, não tendo, muitas das vezes, tempo nem oportunidade para viver para mim?

Após o momento em que acabo, digamos assim, a minha actividade de conselheiro, assola-me uma ideia «E se fosse comigo? Será que estariam dispostos a fazer o mesmo que eu faço para me ajudarem?» A verdade é que, por vezes, não sei com quem posso contar, não consigo discernir quais os verdadeiros amigos dos conhecidos... Mas acho que o tempo se encarregará de me ajudar a fazer esta distinção. Nele eu tenho confiança, confiança de que, um dia, eu ainda serei plenamente feliz.

O problema é que esse momento tarda a chegar...

Kixies & Hugz

retalhado por Jorge Durões às 00:53
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