Domingo, 17 de Abril de 2005

Duc in Altum - Navega Mais Fundo e mais Longe (Conclusões do Congresso)

Quinta-feira, Junho 17, 2004
Nos dias 23, 24 e 25 de Abril teve lugar em Fátima o VI Congresso Nacional da Juventude Franciscana Portuguesa, tendo como pano de fundo o tema Duc in Altum – Navega mais fundo e mais longe.
Anunciado no programa como «Ontem, Hoje e Amanhã», o debate decorreu na tarde do dia 24 (Sábado), tendo sido Elisa Brites e Anselmo Crespo os encarregados de o dirigir e moderar. Este debate dividiu-se em duas partes. Na primeira, onde integraram a mesa Sandra Gonçalves, Fr. Marques Novo, Jorge Gaspar, Ir. Lúcia Fernandes, Rui Cabral e os moderadores, foi feita uma retrospectiva dos quase 20 anos do movimento, evocando memórias passadas (e algumas já mesmo bem passadas, mas que fazem parte da nossa história, do nosso património jufrista), sempre com um sentimento saudosista bem latente, mas imprimindo uma uma forte vontade de caminhar cada vez mais em direcção ao Pai, tendo como exemplo de vida S. Francisco, como irmãos, pois «a JuFra sempre foi uma família e continua a sê-lo» nas palavras de Sandra Gonçalves. No fim da primeira parte do debate, em que a principal ideia a reter e sublinhada por todos os intervenientes da mesa foi «JuFra como Família», foi aberto um pequeno espaço de discussão, na verdadeira acepção da palavra, sobre o que se tinha afirmado durante as dissertações pessoais dos membros integrantes da mesa (já a mim, esta discussão fez-me lembrar uma conferência de imprensa, onde o púlpito coloca questões e a mesa responde), onde foi muitas vezes dito que a JuFra está a perder o seu caminho devido a questões burocráticas, causa esta que foi totalmente refutada por Sandra Gonçalves que se limitou a responder que «a JuFra é aquilo que nós e os grupos queremos que ela seja», reforçando a ideia de que sem os grupos, sem cada um de nós, os jufristas, a JuFra não pode existir.
Após um pequeno intervalo, iniciou-se a segunda parte do debate em que passaram a integrar a mesa Sandra Gonçalves, os dois candidatos ao lugar/serviço de presidente do movimento e os dois moderadores de serviço. Utilizando como instrumento de trabalho alguns inquéritos que foram preenchidos anonimamente pelos elementos dos vários grupos, cada um dos candidatos falaram dos seus sonhos e anseios, dos seus desejos e vontades. Helena Dâmaso e Nelson Brites voltaram a reforçar que a Jufra é uma família que não pode funcionar sem os seus primordiais elementos, os grupos (aqui está um bom exemplo que pode pôr em causa a teoria Geral dos Sistemas de Bertalanffy que diz que o todo é maior que a soma das partes; na JuFra, esta é igual à vontade, disponibilidade e compromisso das suas partes, que, interagindo entre si, fazem com que o movimento cresça e se fortaleça), que o papel do presidente de um movimento não é nem um estatuto, nem de poder, mas sim um serviço que, à semelhança de Cristo, não pode ser o Senhor, tem e deve ser o servo; e que as questões burocráticas que muitas vezes são necessárias, não devem ser desculpa para a falta de compromisso dos grupos e dos seus elementos. Uma das vontades comuns aos dois candidatos é que, no próximo triénio, possa haver mais sentido de responsabilidade e de compromisso de cada um dos jufristas para com a JuFra, para com Francisco, para com o Pai.
O debate terminou desta forma, tendo sido a grande temáticas, tanto da primeira como da segunda parte, o desejo de continuar a construir uma JuFra que seja uma verdadeira família em todas as acepções da palavra, e que se aproxime cada vez mais do Pai, tendo em Francisco o seu grande Ponto de Referência e o seu Porto de Abrigo.

retalhado por Jorge Durões às 02:29
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